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19/08/2017 16:38:34

Hoje tem Pitanga X Itaipulândia pela Taça Bronze

Esportes e Lazer

Hoje tem Pitanga X Itaipulândia pela Taça Bronze

 

PITANGA X ITAIPULÂNDIA

Sábado (19), a equipe do Futsal Masculino de Pitanga, está a caminho de Itaipulândia, para mais um jogo às 20:30hs, da segunda fase, do Campeonato Paranaense Série - Taça Bronze.

 

Elizeu Vaz, Secretário Municipal de Esportes e Lazer, disse que a expectativa é de que seja um "jogo bem disputado dentro da quadra, pelo bom preparo técnico das duas equipes", afirmou.

 

Os jogadores, equipe técnica, diretoria e imprensa convidada, viajaram para Itaipulândia, em ônibus cedido pela Expresso Nordeste. Mais uma empresa que está apoiando a equipe do Futsal de Pitanga.

 

"Agradecemos a todos os colaboradores e patrocinadores, do esporte. Hoje, em especial à Expresso Nordeste pelo transporte dos atletas e toda equipe", finalizou Elizeu Vaz.

 

Da Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Pitanga

Agosto Azul

SAÚDE E PREVENÇÃO

Agosto Azul

Dia 25 de Agosto,  'Dia D'

Horário: 15hs,

Local: Centro de Eventos do Lago Miguel Adur

Palestra, vacinas e exames PSA, para os homens, a partir de 40 anos de idade.

"Cuidados, Prevenção e Promoção da Saúde do Homem"

 

Secretaria Municipal de Saúde

Prefeitura Municipal de Pitanga

Oficina de formação para professores

EDUCAÇÃO E CULTURA

Oficina de formação para professores

Nesta quinta-feira (17), aconteceu mais um encontro de formação, promovido pela Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Pitanga, aos professores de 5º ano. Na troca de experiências, esteve presente o professor Marcos Gehrke, da UNICENTRO, o qual trabalhou a oficina de escrita e reescrita de textos. "O trabalho foi muito bom, atingiu com certeza as nossas expectativas. Obrigada professor Marcos!", disse a Coordenadora, Nancy Costa da Silva.

 

Da Assessoria de Comunicação

 

Prefeitura adquire Britador Móvel para manutenção de estradas rurais

Interior - Serviços e Estradas Rurais

Prefeitura adquire Britador Móvel para manutenção de estradas rurais

NOVAS MÁQUINAS -  Nesta semana, a Secretaria Municipal do Interior, passará a contar com um novo equipamento, que agilizará os serviços de revestimento primário das estradas do interior e bairros da cidade. Trata-se de um britador móvel, que chegou no último dia 14 de agosto. A nova máquina é capaz de receber o cascalho bruto, retirado das cascalheiras, e triturá-lo, reduzindo-o para um tamanho padrão menor, mais apropriado para aplicar nas estradas, com mais eficiência. 

 

O PROJETO

Dentro das ações do plano de governo do prefeito Maicol e vice Carlos Alberto Brandalise, há a previsão de aquisição de máquinas e equipamentos para as secretarias do Interior e da Cidade. Assim, o prefeito Maicol Callegari Barbosa, prevê mais agilidade nos serviços prestados às comunidades do interior do município. "Estamos trabalhando para estruturar as secretarias, com máquinas que realmente auxiliem no trabalho de manutenção das estradas. Este britador, conseguimos através de emenda parlamentar do Deputado Federal Sérgio Souza, e virão outros benefícios", destacou o prefeito.

 

A expectativa é de que o britador móvel reverta em melhoria na execução dos serviços de cascalhamento, pois o material mais reduzido deverá permitir maior aproveitamento e melhor distribuição, tendo como resultado estradas de boa qualidade. E, que o material britado triplique a extensão de cobertura das estradas, em menos tempo de operacionalização dos serviços. 

 

Da Assessoria de Comunicação

 

 

 

A nova cara da sífilis

SAÚDE E PREVENÇÃO

A nova cara da sífilis

 

O Ministério da Saúde adverte: a DST mais traiçoeira virou epidemia nacional. E por um motivo insólito: o remédio contra ela é barato demais. Entenda.

 

Começa com um machucado. Indolor, costuma não ser bonito, mas também não é o fim do mundo. Quando aparece na área genital, fica evidente nos homens, mas pode acabar escondido dentro da vagina sem chamar qualquer atenção. Há ainda outros casos discretos, como na garganta ou no ânus. Aí, quando você está começando a se preocupar, Bam! Desaparece. Parabéns! Seu sistema imunológico é mesmo incrível, né? Na verdade, não. Você só passou para a próxima etapa de uma doença que, a curto ou longo prazo, pode atacar seu cérebro, mudar a estrutura dos seus ossos, deformar seu rosto e matar seus filhos. Você tem sífilis.

 

Essa história está se repetindo mais do que o esperado no Brasil. Em outubro, o Ministério da Saúde reconheceu que a situação estava fugindo do controle e decretou a epidemia. Não é exagero, nossos números são assustadores. Desde 2010, quando os hospitais passaram a ser obrigados a repassar seus dados sobre a doença para o ministério, foram notificados quase 228 mil novos casos; só entre 2014 e 2015 houve um aumento de 32% nos casos de sífilis entre adultos – e mais de 20% em mulheres grávidas. A maior parte dos casos está na região Sudeste (56%), a mais urbanizada e desenvolvida do País. Só para ter uma ideia do desastre, em 2015 tivemos 6,5 casos de bebês infectados a cada mil nascidos vivos; o valor é 13 vezes maior do que a Organização Mundial da Saúde considera aceitável.

 

Agora, se você não prestava realmente muita atenção nas aulas de educação sexual, é bem capaz que não saiba o que é, de fato, essa doença. Sífilis é o nome dado à infecção decorrente da bactéria Treponema pallidum. Ela invade o corpo em quatro fases. Cada etapa determina o quão dominado ele está pelos micro-organismos. A primeira, já citada no começo desse texto, é rápida (dura no mínimo quatro e no máximo oito semanas) e se manifesta como uma ferida indolor que desaparece sozinha, sem deixar rastros. O fato de o machucado não doer está longe de ser bondade. É estratégia de sobrevivência das bactérias. Se não dói, dá para transar – e disseminá-las. A segunda fase é ainda mais favorável para os micróbios. A doença volta a dar as caras entre seis semanas e seis meses após os machucados genitais sumirem. O infectado pode apresentar feridas pelo corpo, manchas vermelhas e, sobretudo, lesões na palma das mãos ou dos pés – sintomas que podem ser facilmente confundidos com uma alergia cutânea. E adivinha só: se você tomar um antialérgico, é provável que as feridas sumam. O que é péssimo. As reações afinal são tentativas do corpo de sinalizar a doença, e uma medicação equivocada para abafar os sintomas mascara o pedido de socorro. Uma vez que os sinais se vão mais uma vez – mesmo sem medicação isso acontece -, passe livre para voltar a transar e multiplicar a espécie – da bactéria. E começa a terceira fase da doença: a sífilis latente. O nome não é à toa. Nesse período (que pode durar até 40 anos), a sífilis fica reclusa. Na verdade, ela perde até seu caráter infeccioso; ou seja, o portador não passa mais a bactéria para frente. Fica tudo bem até explodir a sífilis terciária, fase aguda da moléstia. As úlceras que começam a brotar pelo corpo são tão agressivas que, em regiões de contato direto da pele com ossos, como no crânio, o esqueleto começa a ser corroído. Na tíbia, principal osso da canela, o corpo até tenta combater a degeneração: conforme a erosão óssea aparece, o estrago vai sendo calcificado. A região afetada começa a engrossar e, com o avanço do desgaste, a canela vai ficando curvada. Em alguns casos, a bacia também é afetada e o doente perde a capacidade de andar em linha reta. Uma das maneiras mais antigas de identificar portadores de sífilis, inclusive, é ver se a pessoa caminha como um pato, rebolando por causa da bacia deteriorada. Implacável, a infecção ainda ataca os sistemas vascular e nervoso – o que pode acontecer precocemente entre a primeira e a segunda fase. Quando a bactéria finalmente ocupa o cérebro, o infectado começa a sentir alterações de humor e pode desenvolver demência. É a chamada neurosífilis. Nesta última fase, finalmente, transar não ameaça mais aos outros. A sífilis deixa de ser infecciosa e quer acabar somente com o portador.

 

Nessa violenta investida pelos nossos corpos, as bactérias não perdoam ninguém. E um dos alvos mais frágeis é um grupo que tem sofrido particularmente com epidemias recentes no Brasil: as grávidas. Assim como o zika, a sífilis não poupa os bebês. Se uma gestante está infectada, em qualquer fase da doença, a criança pode nascer com sífilis congênita. 59% das crianças nascidas de mães com sífilis também apresentaram sinais da bactéria. A condição pode ocasionar más formações neurológicas e ósseas, além do óbito – em 2015, 1,4% das crianças nascidas com sífilis congênita não sobreviveu. Não dá para dizer que é um número pequeno. Quando olhamos para o panorama geral, isso significa que, a cada 100 mil nascimentos, sete crianças não vivem nem um ano, por causa da bactéria.

 

Mesmo diante desse cenário de guerra, a sífilis está longe de ser uma sentença de morte. A infecção pode ser curada com um tratamento barato e ridículo de simples: algumas doses de penicilina. Se a doença for diagnosticada no primeiro ano, a cura se resume a apenas duas injeções de benzetacil, uma em cada glúteo. Sim aquela mesma que você encontra na farmácia – e pode ser administrada, inclusive, para grávidas. Se o diagnóstico só aparecer mais tarde, sem problemas: penicilina cristalina (uma versão mais poderosa do antibiótico) nela, dessa vez por um pouco mais de tempo, duas injeções por glúteo em três doses semanais. Esse procedimento consegue até mesmo impedir a passagem da bactéria da grávida para seu filho. O tratamento na mãe também cura a criança. Quanto mais cedo o tratamento nela, menores os danos no bebê. Mas, caso a mãe dê à luz sem eliminar a bactéria do corpo, o bebê é automaticamente medicado. Recebe cristalina na veia por 10 a 14 dias – isso não recupera problemas neurológicos ou ósseos já causados pela doença, mas evita que a sífilis continue atacando o recém-nascido.

 

Mas como é que o Brasil conseguiu virar palco de uma epidemia tão facilmente curável? Umas das justificativas utilizadas pelo Ministério da Saúde é a queda no uso das camisinhas. Ela, de fato, é real – mas fica difícil jogar toda a responsabilidade em cima disso, porque os números da queda não são tão expressivos assim: em 2004, 58,4% dos jovens de 15 a 24 anos usavam o preservativo em relações casuais; em 2013 (ano da pesquisa ministerial mais recente sobre o assunto), o número baixou para 56,6%. No uso dentro de relações estáveis a proporção é parecida: em 2004 eram 38,8%; em 2013, 34,2%. O mais provável é que a acessibilidade da penicilina tenha passado de nossa maior aliada para nossa maior inimiga. O preço modesto, que deveria facilitar o acesso da população à droga, desestimula a indústria farmacêutica a fabricá-la. Resultado: em 2015, faltou penicilina nas prateleiras do Brasil. E mesmo quando havia remédio aparecia um problema: ninguém na rede pública queria aplicá-lo. Até julho de 2015 era proibida a aplicação do medicamento pela equipe de enfermagem de locais que não estivessem equipados para evitar um choque anafilático. Na prática, se o posto de saúde não tivesse material para uma entubação, por exemplo, não poderia medicar portadores de sífilis. Pior ainda, se um enfermeiro do local resolvesse administrar penicilina, poderia ser responsabilizado por isso. O resultado foi o medo: segundo o Ministério da Saúde, 50% das equipes médicas evitavam aplicar penicilina por causa desse receio. Há também uma culpa paterna pela disseminação da doença: 62% dos parceiros de mulheres grávidas com sífilis não tomam os medicamentos, dando continuidade ao ciclo da bactéria. Além disso, estamos ajudando as estatísticas contabilizando com mais precisão o número de casos nacionais de sífilis. Desde 2010, o diagnóstico é atrelado a uma notificação compulsória, ou seja, sempre que ela é detectada, esses dados têm se ser enviados ao ministério, para que o órgão entenda o tamanho do surto pelo qual o País está passando. Vale ressaltar, porém, que isso não deveria aumentar o número de sífilis em crianças e grávidas. Desde 1986 o repasse de informações ao ministério é obrigatório para casos de sífilis congênita, e desde 2005 para os diagnósticos em gestantes. Mas a lógica segue: quanto mais preciso e amplo vai ficando o sistema, mais os números crescem. Isso dá margem para pensar que a epidemia pode estar acontecendo há mais tempo do que imaginamos.

 

Ministério da Saúde (SI)

 

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